“Pequeno Gigante” tem estreia nacional

A série baiana de ficção política está ganhando mais espaço e começa a passar nacionalmente, pela Tv Cultura, a partir do dia 21 de maio de 2020. Raissa Xavier coprotagoniza a série com a personagem Ellen, uma jornalista investigativa, que fará de tudo para desmascarar a corrupção política, inclusive, ir contra o seu próprio pai, o senador Saul (Harildo Deda). Ela será responsável pelas reviravoltas políticas e vai dar o que falar.

De quinta pra sexta, 00:15h, se liga na Tv Cultura!

Série baiana “Pequeno Gigante” estreia na TVE Bahia

A série baiana “Pequeno Gigante”, produção original ambientada em Salvador, estreia nesta quinta-feira (14), às 20h, na tela da TVE. Com direção de Anderson Soares Caldas, e inspirada nas mudanças sociopolíticas e econômicas das últimas décadas, o seriado traz a nítida separação entre duas realidades distintas, identificadas pela cidade alta e cidade baixa.

Em 13 capítulos,  a trama política narra à trajetória de Davi, jovem oriundo da comunidade quilombola da ilha Itaparica. Agora na Cidade de Salvador, ele luta contra a especulação imobiliária para impedir a desapropriação de sua comunidade. No elenco, nomes como Guilherme Silva, Harildo Déda, Ana Tereza Mendes, Raissa Xavier, Evana Jeyssan, Lázaro Machado, Amós Heber, Bruno Guimarães, Valdinéia Soriano, Aline Brune, Camila Bonifácio,  entre outros.

A série pode ser vista todas as quintas, 20h e terá reprise aos domingos, 19h no canal da TVE Bahia ou no site da emissora.

Raissa Xavier é convidada a participar do filme “Um Casal Inseparável”

“Um Casal Inseparável” é uma comédia romântica protagonizada pela professora de vôlei de praia que não acredita em relacionamentos, Manuela (Nathalia Dill) e Léo (Marcos Veras), um pediatra bem-sucedido e romântico. Os dois se apaixonam, mas circunstâncias da vida os separam. Os diversos obstáculos que atrapalham o relacionamento fazem com que Manuela e Léo descubram o motivo de serem inseparáveis.

Raissa faz a personagem Márcia, recepcionista de um luxuoso hotel que acaba se apaixonando pelo namorado da Manuela, personagem do Carlos Bonow e acabam ficando juntos. O filme tem estreia marcada para 2021 nos cinemas e tem roteiro e direção do Sérgio Goldenberg.

Nasce o Projeto Vozes Transeuntes – Mulheres lendo mulheres

O projeto Vozes Transeuntes busca preencher espaços vazios através da leitura de poesias, poemas, sonetos e pequenos contos escritos por autoras de épocas diversas, ressignificando relações e lugares através da itinerância da performance. Com a ideia de que a arte deve existir em todo e em qualquer lugar, as artistas abordam as pessoas em qualquer lugar – seja na fila do banheiro, pátio, corredores, rua, entre outros – justamente para encontrar com o público que não espera o acontecimento, tornando surpresa a abordagem completamente pessoal com a pergunta: “Posso ler para você?” e o texto sortido a ser lido. Dessa forma o público sai do lugar passivo e comum, se tornando parte vital do trabalho, sendo impossível de realizar sem sua presença. Vozes Transeuntes além de resgatar o costume da leitura e da escuta, reaproxima os sujeitos através de conexões não virtuais. Mulheres se juntam para dar vozes a outras mulheres. Mulheres que leem mulheres. Mulheres lendo mulheres.

Surgiu no ano de 2019 fazendo parte do Movimento Ovárias, Sarau da Lau e outros movimentos independentes. Agora o projeto segue para iniciar um novo segmento: o virtual. Entrando na plataforma dos podcasts.

Vozes Transeuntes é composto por três nomes principais: Lucélia Pontes, Mariana Rodrigues e Raissa Xavier, sempre com uma ou mais convidadas para agregar o grupo.

Projeto “Me Gusta Fruta”

O Projeto “Me Gusta Fruta” é uma realização da Graciane Vasquez, responsável pela beauty. A fruta escolhida para mim foi a Manga Rosa e a beleza está nos detalhes: meus lábios são a casca da manga. A fotografia é do Warley Venancio.

Espetáculo Itinerante “Rastros por Râmilet” estreia na Casa Rio

Baseado no texto original de Shakespeare, Rastros por Râmilet traz de modo contemporâneo as inclinações e anseios de quatro personagens centrais no atravessamento do tempo.

A concepção cênica preza pela disponibilidade da cena na ultrapassagem das fronteiras codificadas pela formalidade teatral pautada na divisão palco/platéia – intérprete/personagem.

Serviço
Peça Rastros por Râmilet
Local: Casa Rio
Datas: Sextas e sábados, 20h e domingos, 19h

Casa cheia para assistir ao grupo “7 Mulheres e um Improviso” no Teatro dos Quatro

E quem disse que não têm mulheres no humor? Guiadas pelo mestre de cerimônia, o ator e comediante Raphael Ganhem, sete atrizes sobem ao palco para improvisar.  No elenco, Thais Belchior, Thaty Taranto, Mariana Cabral, Raissa Xavier, Castorine, Thaisa Damous e Ingrid Klug. Tudo é criado na hora e com a ajuda da plateia. O espetáculo é fruto do sucesso “Noite da Comédia Improvisada”, que esteve em cartaz este ano na cidade.

Raissa Xavier entra em nova fase da Novela Segundo Sol da TV Globo

 

Nascida na Bahia e carioca de coração, a atriz Raissa Xavier entrou em cena na última sexta-feira (27) na novela Segundo Sol da Rede Globo.

Sua personagem ( Berta), irmã de Narciso ( Osmar Silveira), filhos de uma família de bandidos, sendo a mãe Fátima ( Ingra Lyberato) e o pai Juarez ( Tuca Andrada), leva uma vida normal de classe média enquanto traficam doces.

Na trama, Berta ( Raissa Xavier) de apenas 18 anos, apesar de ser cúmplice, não concorda com as atitudes da casa e vai se mostrar o coração dessa família, se tornando a melhor amiga de Manu ( Luisa Arraes), buscando salva-lá das emboscadas de Juarez ( Tuca Andrada).

 

Academia Brasileira de Letras do Rio de Janeiro apresenta peça inédita de Castro Alves

As várias faces do escritor baiano Castro Alves poderão ser conhecidas e reconhecidas pelo público da Academia Brasileira de Letras. Muitos conhecem o poeta, ora romântico, ora político, mas são poucos os que tiveram acesso a seus textos para o teatro.

O Espetáculo – Baile e velório, amor e remorso, vida e morte. A encenação é calcada em antíteses, figura de linguagem preferida do poeta dos escravos. Segundo Edvard Passos, diretor da montagem, a peça é uma tragi-comédia, como definiu Pedro Calmon, uma relíquia cheia de peripécias absurdas que restitui o humor, a vibração, a irreverência e revela outra faceta do poeta: a de homem de teatro.

O texto para o teatro de Castro Alves, “D. Juan ou A Prole dos Saturnos”, esteve perdido por quase 50 anos após a morte do poeta. Quando foi publicado, estava incompleto. Nunca teve uma publicação exclusiva, nem qualquer destaque. Talvez, por esses motivos, raríssimas pessoas conheçam a peça, que não tinha sido levada à cena até 2015.

O espetáculo é gratuito.